Mitos sobre cannabis medicinal: o que é verdade e o que não é

articles-clearing-up-the-smoke-myths-and-facts-about-weed-au-en-12.webp

Mitos sobre cannabis medicinal: o que é verdade e o que não é

Os mitos sobre cannabis medicinal ainda são comuns. Mesmo com o avanço da ciência, muitas informações incorretas continuam circulando.

Por isso, esclarecer esses pontos é essencial para promover o uso responsável e seguro.

Mito 1: cannabis medicinal é a mesma coisa que uso recreativo

Esse é um dos mitos mais comuns.

No contexto medicinal, os produtos são padronizados. Além disso, possuem controle de qualidade e são utilizados com prescrição médica.

Já o uso recreativo não segue critérios terapêuticos.

Portanto, são contextos completamente diferentes.

Mito 2: cannabis causa dependência em todos os casos

A dependência não ocorre de forma universal.

O Canabidiol, por exemplo, não apresenta efeito psicodélico (psicoatividade existe no CBD).  Além disso, possui baixo potencial de dependência.

No entanto, isso não significa ausência total de risco. Por isso, o uso deve ser orientado.

Mito 3: não existe evidência científica

Esse mito já foi superado.

Atualmente, existem diversos estudos sobre o uso medicinal da cannabis. Esses estudos avaliam condições como epilepsia, dor crônica, ansiedade entre outras diversas disfunções apresentadas pelo Sistema Endocanabinoide. 

Apesar disso, a qualidade da evidência ainda varia entre diferentes aplicações.

Mito 4: é uma solução milagrosa

A cannabis medicinal não é uma cura universal.

Embora apresente benefícios em diversos casos, os resultados variam entre pacientes.

Por isso, expectativas irreais devem ser evitadas.

Importância da informação correta

A desinformação pode gerar riscos.

Quando pacientes utilizam cannabis sem orientação, aumentam as chances de efeitos adversos.

Além disso, o preconceito dificulta o acesso ao tratamento.

Conclusão

Os mitos sobre cannabis medicinal ainda influenciam a percepção da sociedade.

No entanto, a ciência tem avançado e esclarecido muitos desses pontos.

Informação de qualidade é fundamental para garantir segurança, acesso e uso responsável.